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FR News - maio de 2015
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Atual status do Plano Metropolitano de Resíduos, elaborado junto ao Governo do Estado de Minas, é apresentado ao Banco Interamericano de Desenvolvimento
 

O consórcio formado pelas empresas Ferreira Rocha Gestão de Projetos Sustentáveis e a espanhola IDP concluiu com sucesso a fase de diagnóstico dos Planos Metropolitanos de Gestão Integrada dos Resíduos de Serviço de Saúde e de Resíduos de Construção Civil e Volumosos. A fase atual é de elaboração de propostas para melhorias da gestão e do gerenciamento desses resíduos nos 50 (cinquenta) municípios da Região Metropolitana e Colar Metropolitano de Belo Horizonte.

Os Planos são coordenados pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (ARMBH), com aporte financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No final de abril, representantes do BID se reuniram com os coordenadores e representantes das empresas do consórcio para conhecer os resultados parciais e contribuir para as próximas etapas. (Veja reportagem aqui).
 

Representantes da ARMBH, BID, IDP e FR                                                    crédito ARMBH/Divulgação 
durante reunião na Cidade Administrativa 
Legenda                       
“O diagnóstico indicou que uma das prioridades dos Planos será apresentar alternativas para o aprimoramento do controle do fluxo desses resíduos, desde a etapa de geração até a destinação ou disposição final, estabelecendo estratégias adequadas à gestão e gerenciamento sob os pontos de vista ambiental, econômico e social, considerando as boas práticas para a redução, reaproveitamento ou reciclagem (quando for o caso) e disposição final”, avalia Renato Almeida, coordenador do projeto na Ferreira Rocha.  

“A gestão de resíduos – planejamento e supervisão – é de responsabilidade do poder público, nos três níveis dos entes federativos – União, estados e municípios. Em áreas metropolitanas é de todo desejável que a gestão seja compartilhada entre o estado e os municípios que a integram, sendo o Plano de Gestão Integrada de Resíduos seu principal instrumento. O Plano deve estabelecer, de forma participativa, objetivos e metas em sintonia com os planos nacional e estadual e as realidades peculiares dos municípios integrantes sem, entretanto, perder de vista a necessidade da integração metropolitana para o gerenciamento dos resíduos – coleta, transporte, destinação e disposição final. O Plano Metropolitano de Gestão Integrada desses resíduos será um importante instrumento de apoio aos prefeitos e secretários municipais, possibilitando melhor conhecimento da realidade e a otimização de recursos humanos e financeiros para as soluções integradas adequadas”, avalia José Cláudio Junqueira, consultor da FR.

Para que as indicações dos Planos sejam aderentes às diversas realidades administrativas, econômicas e socioambientais dos 50 (cinquenta) municípios da região, há um constante diálogo com representantes da Fundação de Estado de Meio Ambiente (Feam),    Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte (SLU), consultores especialistas em resíduos de Serviço de Saúde e de Construção Civil e Volumosos , além da interlocução constante da ARMBH com os gestores municipais. Ainda estão previstos dois workshops para discussão das proposições antes da conclusão dos Planos, que será em outubro deste ano. 


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