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E.life News - Brasil
24 de fevereiro de 2017
ESTUDO REVELA BALANÇO POSITIVO PARA OS CHATBOTS
A Retale - uma empresa de publicidade mobile baseada em geolocalização - conversou com 500 pessoas com idades entre 18 e 34 anos e os resultados foram positivos para os chatbots: 58% já tinham interagido com um bot e, entre os que ainda não o tinham feito, 53% estavam interessados em fazê-lo.

No entanto, há sempre pontos a serem melhorados: maior precisão na capacidade de percepção foi o mais citado. Quase 30% dos entrevistados que haviam interagido com bots desejavam conversas mais naturais; e 12% desejavam que os bots pudessem envolver atendimento humano quando necessário.
 

Fonte: Adweek (conteúdo em inglês)
O ESTRANHO MUNDO DAS MARCAS QUE PAGAM POR REPUTAÇÃO
Desde muito antes da Xuxa se maravilhar com os milagres de um hidratante, não há mal em contratar uma celebridade para endossar uma marca. Mas quando olhamos para as mudanças que a mídia digital está promovendo, parece que estamos fazendo cinema filmando uma peça de teatro. Não podemos esquecer que diferentes disciplinas como Propaganda, Relações Públicas, Marketing Direto, entre outras, devem ser combinadas. O problema é que muitos gestores não conseguem distinguir as diferenças entre elas e suas vantagens e desvantagens.
 

 Nova métrica para chatbots 

Coeficiente Turing: Porcentagem de pessoas em um período que falaram somente com o bot, sem pedir atendimento humano.

Jairson Vitorino, CTO do Grupo E.life.
O IMPACTO DOS ASSISTENTES VIRTUAIS POR VOZ NO VAREJO
Para muitas empresas, a interação humana é muito importante para que seja substituída pelos bots. No entanto, à medida que a Alexa, por exemplo, se torna cada vez mais parte integrante das nossas casas e os chatbots substituem o atendimento ao consumidor, até que ponto a interação humana será mais eficiente?


Fonte: VentureBeat (conteúdo em inglês)
PRONTO PARA ANÚNCIOS NO ALEXA E NO GOOGLE HOME?
A inclusão de publicidade em assistentes virtuais está se tornando uma realidade e representa um desafio para as marcas. Os anúncios nesses dispositivos, provavelmente, começarão como "sugestões úteis", mas claro que, no final de contas, os consumidores é que irão decidir se este tipo de propaganda será intrusiva em vez de útil.


Fonte: VentureBeat (conteúdo em inglês)
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