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DESTINERRANCE

BY
EDGAR MARTINS

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CIAJG (GUIMARÃES, PORTUGAL)

28.01.2017 - 04.06.2017


 
Developed in partnership with the National Institute of Legal Medicine and Forensic Sciences 
José de Guimarães International Arts Centre
level -1, galleries 12-13


 
Edgar Martins has developed an authorial path of recognised singularity through a photographic practice rooted in a reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death. The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins’ research took him to the Archives of the National Institute of Legal Medicine and Forensic Sciences (Portugal), the institution which holds legal jurisdiction over one’s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition about the power of the photographic and graphic image to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary that separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original artworks, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography's role in the intelligibility of death.
 
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e e a nossa morte. A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art.
Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo - entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte.

  
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